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  • Arquiteto e Urbanista

Robinson Araújo

Cuiabá (MT)
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Robinson Araújo
Comentário · há 16 dias
Interessante artigo, mas como descrito parece que somente os homens realizam pressão psicológica nas mulheres, no entanto são diversos os casos em que mulheres usam da Lei Maria da Penha como forma de forçar acordos desproporcionais.
Adquiri grande parte do meu patrimônio antes do casamento, no entanto, devido ao financiamento a ex conjuge tinha direito a uma parte, aproximadamente 20%.
Ao se deparar com o fato que não teria direito a metade dos bens a ex conjuge começou a fazer todo tipo de ameaça, vendo que não obteria sucesso, aumentou a pressão.
Instruída por um advogado a mesma se dirigiu a uma delegacia da mulher e fez uma falsa acusação de crime, que seria no caso o fato dela ter medo de ser morta, tendo que viver trancada em seu quarto, algo totalmente inventado.
Após o fato fui afastado da minha casa comprada com valores de solteiro. No dia seguinte ingressaram com a ação de divórcio litigioso pedindo 50% dos bens.
Na audiência de conciliação da falsa queixa de ameaça nem se tocou no assunto agressão, O tempo todo a ex conjuge só ameaçou. Dizia que se eu não aceitasse o acordo iria pedir prisão e que tinha muitas provas para fazer isso.
Evidentemente que se tratava de um blefe para me amedontrar.
Como não foi realizado o acordo o advogado da ex esposa enviou uma mensagem no Whatsapp dando prazo de 48h para assinatura do acordo ou, em caso negativo, iria pedir prisão.
O acordo não fora feito nos termos da ameaça e o pedido fora realizado, novamente com fatos fantasiosos.
Com isso fora realizado queixa crime pelos crimes de falsa comunicação de crime, injúrica, calúnia difamação dentre outros.
Com o tempo fomos descobrindo que o golpe tinha sido organizado muito tempo antes, com um plano que fora seguido passo a passo.
Houve ocultação de patrimônio para não realizar meação, por parte da ex conjuge.
Houve também a inserção de documentos fraudados no processo.
No entanto, como a palavra da mulher serve para afastar um homem do seu patrimônio, sem que haja nenhuma outra prova, o ato danoso fora realizado, pois o juízo foi conduzio ao erro.

Na audiência de divórcio a mesma assumiu que não contribuiu para a aquisição do bem mas que existia "presunção" de casamento e isso lhe dava direito a 50% do bem.
Oferecemos um acordo, onde lhe remunerariamos com o dobro de que tinha direito, no entanto não fora aceito, pois estava longe dos milhares de reais que pretendia.

Audiência infrutífera, a mulher volta para a casa de onde expulsou o homem com uma mentira, o homem tem que se virar para viver, pois o juízo o obriga a pagar as contas da casa de onde fora afastado, no entanto não dá nenhuma base para que ele se reestabeleça.

Minha saúde física e mental está em frangalhos, pois são quase três anos sendo prejudicado e ameaçado.

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